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Ibope; Campos sobe, Dilma desce e Aécio mantém

Ibope: Dilma 38%, 
Aécio Neves 22%, 
Campos 13%

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Nova pesquisa Ibope aponta a evolução dos quatro principais candidatos à presidência: Dilma Rousseff (PT) tem 38%, seguida Aécio Neves (PSDB), com 22%; Eduardo Campos (PSB), 13%; e Pastor Everaldo (PSC), 3%. José Maria Eymael (PSDC), Magno Malta (PR) e Eduardo Jorge (PV) – cada um com 1%. Os adversários de Dilma somam 42%. O Ibope fez a pesquisa para a União dos Vereadores de São Paulo. Entrevistou 2002 eleitores em 142 cidades entre os dias 4 e 7 de junho. A margem de erro é de 2% e o grau de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE, sob o número BR-00154/2014.

Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira, 10, mostra a presidente Dilma Rousseff (PT) com 38% das intenções de voto, dois pontos porcentuais a menos do que em maio. Seus adversários Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) oscilaram dois pontos para cima (de 20% para 22% e de 11% para 13%, respectivamente). Com a inclusão dos nomes dos vices nas cartela apresentada aos eleitores, porém, Campos se aproxima de Aécio – sua desvantagem varia entre quatro e cinco pontos.
A pedido da União dos Vereadores de São Paulo (Uvesp), entidade que pagou a pesquisa, o Ibope testou cenários com diferentes vices para Aécio (José Serra, Tasso Jereissati e Aloysio Nunes), além de colocar Marina Silva na chapa de Campos e Michel Temer na de Dilma.
Marina é a única vice que provoca alterações significativas no panorama. Com seu nome associado ao dela, o pré-candidato do PSB fica com 17% a 18% das intenções de voto, a depender do cenário. A inclusão de Serra na chapa de Aécio faz com que o tucano fique com 23%.
Segundo turno. No cenário comparável com as pesquisas anteriores – aquele no qual os nomes dos vices não são apresentados -, os concorrentes de Dilma somam 42%, quatro pontos a mais do que a petista. Isso indica que aumentou a chance de segundo turno. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 40%, e os adversários, 36%.
Os cenários de segundo turno também mudaram significativamente, graças ao crescimento dos candidatos de oposição. Em um eventual embate com Aécio, a vantagem de Dilma caiu de 19 para 9 pontos porcentuais – em menos de um mês, o placar passou de 43% a 24% para 42% a 33%.
No cenário de confronto direto contra Campos, a petista também viu sua vantagem diminuir, de 20 pontos (42% a 22%) para 11 (41% a 30%).
Rejeição. Outra má notícia para a presidente foi o aumento da rejeição a seu nome: a parcela do eleitorado que afirma que não votaria nela de jeito nenhum subiu de 33% para 38%.
A pesquisa entrevistou 2002 pessoas em 142 municípios do País entre 4 e 7 de junho. O nível de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima é de 2 pontos porcentuais. O levantamento foi registrado sob o protocolo BR-00154/2014 no Tribunal Superior Eleitoral.

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