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População do Porto Meira lota plenário da Câmara em audiência proposta pelo vereador Paulo Rocha

Audiência sobre as enchentes e regularização de ocupações irregulares

Diante de vários apontamentos, a discussão, proposta pelo Vereador Paulo Rocha (PSB), ficou em aberto Diretoria de Comunicação
Em busca de respostas concretas a população do Porto Meira veio em peso à audiência pública, na noite da última sexta-feira (11), chamada para discutir os alagamentos no bairro e cobrar das autoridades soluções urgentes para o problema que faz centenas de famílias sofrer em períodos de chuvas intensas na cidade.
A reunião proposta pelo Vereador Paulo Rocha (PSB) trouxe ao Plenário da Câmara de Vereadores não só 200 pessoas do bairro, mas também diversas autoridades municipais, que se fizeram presentes no intuito de ouvir os moradores e tentar dar um norte às medidas que podem ser tomadas pelo Executivo.
“É um absurdo o que acontece em qualquer chuva. Todos os dias que saio eu coloco o colchão em cima da cama, porque como moro sozinha, o risco de eu voltar e não ter mais nada no lugar é grande”, relatou Madalena Mota, moradora da Vila Padre Monte. Gabriela Maia, moradora Ouro Verde indagou: Como vocês vão colocar a cabeça no travesseiro sabendo que a população está debaixo d´água?”.
E a população continuou questionando. A moradora do Ouro Verde, Stanilda Grando, destacou: “moro na Rua Água marinha e gostaria de saber o que será feito em relação ao reflorestamento nas proximidades do arroio. Onde moro também não tem esgoto, mexem no Rio e abandonam”.
Além das enchentes, outro ponto levantado pela comunidade foi a regularização dos terrenos. “Moro há quase 30 anos lá e precisamos legalizar os lotes. Existem pessoas que moram lá há 30 ou 40 anos e até hoje não conseguem essa regularização, e com relação aos alagamentos, é muito difícil ver as pessoas que você conhece há anos perdendo tudo em uma simples chuva”, ressaltou Luiz Bazanela, morador do Profilurb II. Edi Burgel, moradora do M´Boicy, salientou: “moro lá desde 74, quando o Rio foi canalizado não foi bem feito. Já sofri três enchentes de perder tudo, a água sobe acima de 1,5 m. O Rio era limpo e bonito e hoje se tornou um problema”.
Respondendo às indagações sobre os alagamentos, Luiz Sposito, representando a Sanepar no evento, lembrou: “Nossas redes não são projetadas para a demanda de água”. E, o Secretário de Obras, Cristiano Fure de França, afirmou que já foram construídos mais de mil metros de galerias pluviais, mas confessou que isso não significa nada ainda perto da grande demanda. O Secretário de Planejamento, Luiz Carlos Alves, destacou: “Podemos buscar recursos do Estado, da União para resolver alguns problemas decorrentes da falta de planejamento da cidade, especialmente em relação ao Rio Boicy, que é o mais problemático”.
Além de vários secretários e outras autoridades municipais, estiveram presentes na audiência e contribuíram para o debate, os Vereadores: Dilto Vitorassi (PV), Anice (PT), Hermógenes de Oliveira (PMDB), Paulo Cesar Queiroz – Coquinho (Solidariedade) e o Presidente da Casa – Vereador Zé Carlos (PROS), que ratificou o apoio da Câmara na resolução dos problemas apontados pela comunidade. “O problema das enchentes persiste há décadas. Esta Casa está assumindo a responsabilidade em defesa da população”.
Diante da proporção que a discussão tomou, o proponente, Vereador Paulo Rocha (PSB), decidiu deixar a audiência em aberto, para que em um prazo de 60 dias, as autoridades reunidas possam dar um retorno mais eficaz à população.
Diante de vários apontamentos, a discussão, proposta pelo Vereador Paulo Rocha (PSB), ficou em aberto Diretoria de Comunicação Em busca de respostas concretas a população do Porto Meira veio em peso à audiência pública, na noite da última sexta-feira (11), chamada para discutir os alagamentos no bairro e cobrar das autoridades soluções urgentes para o problema que faz centenas de famílias sofrer em períodos de chuvas intensas na cidade.
A reunião proposta pelo Vereador Paulo Rocha (PSB) trouxe ao Plenário da Câmara de Vereadores não só 200 pessoas do bairro, mas também diversas autoridades municipais, que se fizeram presentes no intuito de ouvir os moradores e tentar dar um norte às medidas que podem ser tomadas pelo Executivo.
“É um absurdo o que acontece em qualquer chuva. Todos os dias que saio eu coloco o colchão em cima da cama, porque como moro sozinha, o risco de eu voltar e não ter mais nada no lugar é grande”, relatou Madalena Mota, moradora da Vila Padre Monte. Gabriela Maia, moradora Ouro Verde indagou: Como vocês vão colocar a cabeça no travesseiro sabendo que a população está debaixo d´água?”.
E a população continuou questionando. A moradora do Ouro Verde, Stanilda Grando, destacou: “moro na Rua Água marinha e gostaria de saber o que será feito em relação ao reflorestamento nas proximidades do arroio. Onde moro também não tem esgoto, mexem no Rio e abandonam”.
Além das enchentes, outro ponto levantado pela comunidade foi a regularização dos terrenos. “Moro há quase 30 anos lá e precisamos legalizar os lotes. Existem pessoas que moram lá há 30 ou 40 anos e até hoje não conseguem essa regularização, e com relação aos alagamentos, é muito difícil ver as pessoas que você conhece há anos perdendo tudo em uma simples chuva”, ressaltou Luiz Bazanela, morador do Profilurb II. Edi Burgel, moradora do M´Boicy, salientou: “moro lá desde 74, quando o Rio foi canalizado não foi bem feito. Já sofri três enchentes de perder tudo, a água sobe acima de 1,5 m. O Rio era limpo e bonito e hoje se tornou um problema”.
Respondendo às indagações sobre os alagamentos, Luiz Sposito, representando a Sanepar no evento, lembrou: “Nossas redes não são projetadas para a demanda de água”. E, o Secretário de Obras, Cristiano Fure de França, afirmou que já foram construídos mais de mil metros de galerias pluviais, mas confessou que isso não significa nada ainda perto da grande demanda. O Secretário de Planejamento, Luiz Carlos Alves, destacou: “Podemos buscar recursos do Estado, da União para resolver alguns problemas decorrentes da falta de planejamento da cidade, especialmente em relação ao Rio Boicy, que é o mais problemático”.
Além de vários secretários e outras autoridades municipais, estiveram presentes na audiência e contribuíram para o debate, os Vereadores: Dilto Vitorassi (PV), Anice (PT), Hermógenes de Oliveira (PMDB), Paulo Cesar Queiroz – Coquinho (Solidariedade) e o Presidente da Casa – Vereador Zé Carlos (PROS), que ratificou o apoio da Câmara na resolução dos problemas apontados pela comunidade. “O problema das enchentes persiste há décadas. Esta Casa está assumindo a responsabilidade em defesa da população”.
Diante da proporção que a discussão tomou, o proponente, Vereador Paulo Rocha (PSB), decidiu deixar a audiência em aberto, para que em um prazo de 60 dias, as autoridades reunidas possam dar um retorno mais eficaz à população.

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