por Redação/CMFI
As mudanças climáticas já são uma realidade para todos, e com a alta probabilidade de intensificação do fenômeno climático El Niño no Brasil no ano de 2026, a preocupação deve sair do plano das ideias e ir para a ação. Nesse sentido, o Plano Municipal de Ação Climática é uma medida indispensável para qualquer município Brasileiro. Pensando nessa prerrogativa foi apresentado no plenário o Requerimento n° 226/2026, que questiona o Executivo a respeito do Plano Municipal de Ação Climática.
A parlamentar proponente, vereadora Yasmin Hachem (PT), questiona se o município de Foz do Iguaçu já iniciou o processo de elaboração do Plano Municipal de Ação Climática e em qual etapa se encontra, se há diagnóstico, inventário de emissões ou definição de metas. “Foz do Iguaçu sofre cada vez mais com eventos extremos, como tempestades e ondas de calor, que afetam a saúde pública e a nossa economia. Precisamos saber então, se já existe um inventário de emissões e se há parcerias. Sem um plano oficializado, a cidade perde o acesso a fundos globais de investimento em infraestrutura resiliente e mobilidade elétrica", alertou a vereadora Yasmin Hachem.
O documento também pergunta se existe uma comissão técnica ou grupo de trabalho intersetorial designado para este fim, e se há parcerias firmadas com instituições de ensino superior (como a Unila ou Parquetec) ou organismos internacionais (como o ICLEI) para o suporte técnico. A existência do inventário atualizado de emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) também foi exigido pela parlamentar.
Yasmin finaliza explicando que a cidade é signatária de acordos ambientais, e precisa evoluir de ações isoladas para uma política pública estruturante que garanta a sustentabilidade e a resiliência urbana para as próximas décadas.
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